21 Fevereiro 2019
Fonte:: Olhar Digital

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Ao utilizar o navegador Google Chrome em um computador com menos memória, ou que não tenha um SSD, abra o gerenciador de tarefas e você notará que ele roda alguns processos que não são relacionados a sua navegação e que deixam a máquina lenta. Alguns destes processos, inclusive, podem ser excluídos sem necessariamente afetar o funcionamento do programa.

Este é justamente o caso do “Software Reporter Tool”, uma ferramenta que vem junto com o Chrome para verificar e analisar alguns processos do navegador, mas que pode tornar um PC mais lento. A boa notícia é que ele pode ser desabilitado. A seguir, veja como fazer o Chrome parar de rodar este processo desnecessário para melhorar a performance do seu computador:

Importante

Apesar deste processo não ser necessário para o funcionamento do Google Chrome, é importante seguir o passo-a-passo com cautela, uma vez que outros arquivos do navegador tem o nome parecido com a ferramenta que será alterada.

Fazendo a configuração

Diferente das configurações que são feitas diretamente nos menus do Chrome, para desabilitar este processo é necessário mexer em um arquivo que é instalado junto com ele. Confira como proceder:

1- Caso esteja com o Google Chrome aberto, feche o navegador;

2 - Aperte as teclas “Win + R” para abrir a janela do “Executar” e entre neste caminho: %LocalAppData%;

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3 -Entre nas pastas “Google > Chrome > User Data > SwReporter > 36.182.200”;

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4 - Agora, recorte ou apague o “software_reporter_tool”;

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 5 - Reinicie o computador.

Depois de ter feito as etapas acima, este processo não será mais carregado junto ao navegador. Por uma questão de segurança, ao invés de apagar este executável, é recomendável que você apenas deixe o seu arquivo em outra pasta, já que o resultado será o mesmo. Caso queira colocá-lo de volta, será preciso recriar a pasta “36.182.200” e copiar o “software_reporter_tool” para ela.

É preciso dizer, também, que este arquivo voltará a ser criado de forma automática toda vez que o Google Chrome receber uma atualização. Quando isto ocorrer, caso tenha problemas com ele consumindo mais memória, será necessário repetir todo este processo novamente.

Fonte:: Olhar Digital

windowsAtualizações do Windows

Além dessa área, falha se soma a um erro no qual vídeos travavam quando são reproduzidos no navegador Edge, caso o computador esteja usando uma placa de vídeo Nvidia.

Dias atrás, vimos como os problemas retornavam à Microsoft com o lançamento de um patch, especificamente o número KB4467682. A atualização causou telas azuis para alguns proprietários do Surface Book 2. As conseqüências? A Microsoft bloqueou atualizações para esses computadores.

Dias se passaram e parece que as águas ainda não estão calmas em Redmond, que agora são vítimas de um novo erro nos patches KB4469342 e KB4467682. Trata-se de uma falha que resulta na visualização e renderização de problemas no menu Iniciar do Windows 10. E outra dor de cabeça para o usuário.

É, portanto, contagioso e desastroso o grande update de outubro de 2018 para o Windows 10, que arrasta uma enorme lista de falhas por trás dele.

Muitos usuários estão com problemas no "Menu Iniciar" por causa desses dois patches citados, especialmente quando fizeram alguma customização no menu, como modificar o nome dos blocos (ou tiles). Neles, aparecem linhas cortadas que impedem a visualização correta dos itens do menu.

Esta falha se soma a um erro no qual vídeos travavam quando eram reproduzidos no navegador Edge, caso o computador esteja usando uma placa de vídeo Nvidia. Melhor que a Microsoft lance o novo substituto do Edge em breve.

Aparentemente, a fabricante do Windows já está ciente dessa falha e está trabalhando em uma solução que deve chegar na forma de (mais) um patch durante o mês de dezembro.

Por mais que a Microsoft divulgue que está melhorando o processo pelo qual os novos Builds e atualizações chegam ao mercado, a verdade é que casos como esse mostram que não é assim. Falhas e erros grosseiros ainda estão presentes e cada vez mais usuários têm medo de atualizar seus equipamentos, especialmente quando dependem do Windows para atividades profissionais.

Fonte:: Tecnoblog

 recaptcha

No começo, o reCaptcha exigia que você decifrasse uma sequência de palavras retorcidas para provar que você não era um robô. Depois, a tecnologia passou a exibir apenas uma caixa de marcação, que permite confirmar sua humanidade com um clique (pelo menos na maioria das vezes). E agora? Agora o reCaptcha não vai mais precisar de nenhuma prova sua.

O Google está lançando o Invisible reCaptcha, que não solicita nenhum “desafio” e não aparece nos formulários. Por motivos óbvios, a empresa não detalha o funcionamento da tecnologia, mas diz que a diferenciação entre humanos e robôs acontece por meio de “uma combinação de aprendizado de máquina e análise de risco avançada que se adapta às ameaças novas e emergentes”.

O reCaptcha continuará nas páginas, mas de forma escondida. Assim que você abrir um formulário, ele tentará adivinhar se você é um humano ou robô. Se o reCaptcha estiver em dúvida e desconfiar que você é uma máquina, então um desafio será exibido.

Como lembra o Ars Technica, o reCaptcha ajudou o Google a resolver problemas que eram complexos demais para as máquinas. Quando o reCaptcha funcionava por meio de palavras, você contribuía com a digitalização de livros. Depois, o Google passou a utilizar o reCaptcha na identificação de números de casas em fotos tiradas pelos carros do Street View. Mais recentemente, a tecnologia serviu para treinar algoritmos de reconhecimento de imagens.

O futuro do captcha é um mundo sem captcha.

Fonte:: TechTudo - ALESSANDRO FEITOSA JR

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O Google Fotos permite realizar o backup ilimitado na nuvem de imagens com resolução de 16 megapixels e vídeos em 1080p. Porém, ao contrário de outros serviços de armazenamento, como Dropbox ou o próprio Google Drive, o programa funciona como uma via de mão única, pois não é possível baixar todos os arquivos de uma vez só, apenas enviá-los.

No entanto, há uma ferramenta para o usuário fazer o download de toda a sua mídia. Confira abaixo como usar o Google Takeout e recuperar seu backup do Google Fotos.

Passo 1. Acesse o Google Takout e selecione a opção Baixar, você será redirecionado à página do programa. Entre com sua conta do Google e, em seguida, clique no botão “Não selecionar nenhum”;

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Passo 2. Depois navegue até o Google Fotos e clique no botão para ativá-lo;

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Passo 3. Em seguida, clique sobre a pequena seta. Você poderá selecionar entre baixar todos os álbuns ou selecionar álbuns específicos;

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Passo 4. Após a seleção, navegue até o fim da página e clique em “Próxima”;

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Passo 5. É possível personalizar o tipo de arquivo e a forma como fará o download. É recomendável manter o file como “ZIP”. Escolha entre receber o link da transferência pelo e-mail ou então obter o conteúdo pelo Google Drive. Em seguida, clique em “Criar arquivo”;

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Passo 6. O Google irá processar suas fotos e vídeos e então enviar para o destino selecionado no passo anterior. A etapa pode demorar alguns minutos, dependendo da quantidade de mídia que você possui;

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Passo 7. Se você não quiser ir até o e-mail ou ao Drive, o link para download também ficará disponível em seguida. Clique em “Fazer download” para baixar o backup.

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O arquivo será baixado com todo o conteúdo armazenado no Google Fotos.

Fonte:: UOL - Nicole D'Almeida

 whatsapp

Itálico, negrito, tachado, monoespaçado. Essas sào as formatações disponibilizadas pelo WhatsApp desde 2016. Porém, para usá-las era necessário fazer uso de códigos como asterisco (*), traço (_) e BI (~).

Com as atualizações recentes, o app possibilitou formatar as palavras usando o menu flutuante, aquele que aparece quando você seleciona um texto.

Confira no tutorial a seguir:

1. Após o término da digitação, selecione uma ou mais palavras para identificar os trechos desejados.

2. Um menu aparecerá sobre as palavras com funções como recortar, copiar e colar... Se seu aparelho for Android, toque nos três pontinhos ao lado. Se for iPhone, clique em B/U.

3. Deslize o menu até encontrar a formatação desejada.

 whatsapp

4. Pronto, agora é só usar a criatividade e enviar.

Fonte:: Olhar Digital

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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que criminaliza a prática do deepfake no Brasil. A ideia é coibir o uso da tecnologia para a criação de vídeos ou imagens íntimas falsas de pessoas.

O deepfake é uma técnica que usa inteligência artificial para colocar imagens de pessoas em cenas de filmes, por exemplo. Ela pode ser usada inclusive para colocar o rosto de uma pessoa em uma cena pornográfica de maneira que não é possível distinguir se o vídeo é real ou não.

De acordo com o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, quem criar uma montagem não autorizada de uma pessoa em cena de nudez ou ato sexual pode pegar de 6 meses a 1 ano de detenção, além de multa. A pena pode ser ainda maior caso o criminosa mantenha ou tenha mantido relação íntima com a vítima.